BO engajamento das marcas no esporte ganhou contornos especiais no Brasil em 2019. Foi por meio de ações unindo os ambientes digital e real que as ações social e de ativação de patrocínio se destacaram.

Na categoria ATIVAÇÃO DE PATROCÍNIO, os indicados ao Melhores do Ano são a Heineken com a ação "Obrigado, Senna", em que a marca de cerveja criou um evento para homenagear Ayrton Senna e usou as redes sociais para mobilizar as pessoas e arrecadar fundos para o Instituto do ex-piloto.

Quem também se destacou foi a Puma ao anunciar o patrocínio ao Palmeiras, campanha lançada na virada do ano, em que um vídeo viralizou nas redes sociais com o tema "verde é a cor da inveja". O lançamento fez o torcedor palmeirense "abraçar" a marca logo em sua chegada.

Outro destaque foi o pacote de ativações da GOL na Copa América. A companhia criou ações a cada jogo do Brasil no torneio, sendo algumas delas em parceria com outros patrocinadores da competição. O maior destaque foi para a ação com a Brahma em que a passagem aérea internacional passou a valer o preço de uma lata de cerveja.

Quem também usou o patrocínio a uma modalidade para se destacar foi a Budweiser no basquete, com o apoio à NBA House e, também, ao Jogo das Estrelas do NBB. A marca ainda produziu diversos conteúdos relacionados ao esporte.

Por fim, a campanha Bota para Correr, da Olympikus, com um circuito inédito de corrida de rua em lugares paradisíacos do Brasil, marcou o relançamento da marca na corrida. O novo posicionamento procura elevar o patamar da Olympikus ao buscar influenciadores.

Em AÇÃO SOCIAL, mais uma vez os clubes do Nordeste se destacaram. No começo de 2019, o Bahia adotou o nome social de pessoas trans, num movimento inédito dentro do futebol. Funcionários, sócios e torcedores passaram a ser identificados pelo nome que utilizam.

Em maio, a Ação de conscientização do suicídio do Fortaleza vandalizou a fachada do clube, mesmo com o time bem na Série A do Brasileiro. A ideia foi mostrar que a depressão pode estar escondida sob a fachada de a pessoa viver aparentemente bem.

Outro destaque foi a parceria entre o Santos e o Observatório da Discriminação Racial, que fez os jogadores santistas usarem números na camisa que reforçavam índices de desigualdade racial no Brasil.

O campo de jogo também foi mote para o São Paulo ter gandulas cadeirantes, num projeto de inclusão que envolveu a patrocinadora MRV, que patrocinou a iniciativa.

Outra ação social envolvendo um patrocinador do esporte foi feita pela Mastercard com a seleção e o Hopsital do Amor, de Barretos. O time do Brasil entrou em campo para amistosos antes da Copa América com robôs no lugar de crianças como mascote. Os robôs tinham uma tela com imagens de crianças com câncer que estavam dentro de suas camas no hospital e acompanhavam ao vivo toda a emoção de "entrar" em campo.

 

As votações nos Melhores do Ano serão feitas pelo site da Máquina do Esporte a partir de sexta-feira, quando os indicados das duas categorias restantes serão revelados: Agência do Ano e Ação Publicitária.

O engajamento das marcas no esporte ganhou contornos especiais no Brasil em 2019. Foi por meio de ações unindo os ambientes digital e real que as ações social e de ativação de patrocínio se destacaram.Na categoria ATIVAÇÃO DE PATROCÍNIO, os indicados ao Melhores do Ano são a Heineken com a ação "Obrigado, Senna", em que a marca de cerveja criou um evento para homenagear Ayrton Senna e usou as redes sociais para mobilizar as pessoas e arrecadar fundos para o Instituto do ex-piloto. Quem também se destacou foi a Puma ao anunciar o patrocínio ao Palmeiras, campanha lançada na virada do ano, em que um vídeo viralizou nas redes sociais com o tema "verde é a cor da inveja". O lançamento fez o torcedor palmeirense "abraçar" a marca logo em sua chegada. Outro destaque foi o pacote de ativações da GOL na Copa América. A companhia criou ações a cada jogo do Brasil no torneio. Quem também usou o patrocínio a uma modalidade para se destacar foi a Budweiser no basquete, com o apoio à NBA House e, também, ao Jogo das Estrelas do NBB. Por fim, a campanha Bota para Correr, da Olympikus, com um circuito inédito de corrida de rua em lugares paradisíacos do Brasil marcou o relançamento da marca na corrida.Em AÇÃO SOCIAL, mais uma vez os clubes do Nordeste se destacaram. No começo de 2019, o Bahia adotou o nome social de pessoas trans, num movimento inédito dentro do futebol. Funcionários, sócios e torcedores passaram a ser identificados pelo nome que utilizam. Em maio, a Ação de conscientização do suicídio do Fortaleza vandalizou a fachada do clube, mesmo com o time bem na Série A do Brasileiro. A ideia foi mostrar que a depressão pode estar escondida sob a fachada de a pessoa viver aparentemente bem. Outro destaque foi a parceria entre o Santos e o Observatório da Discriminação Racial, que fez os jogadores santistas usarem números na camisa que reforçavam índices de desigualdade racial no Brasil. O campo de jogo também foi mote para o São Paulo ter gandulas cadeirantes, num projeto de inclusão que envolveu a patrocinadora MRV. Outra ação social de patrocinador envolveu a Mastercard com a seleção e o Hopsital do Amor. O time do Brasil entrou em campo para amistosos com robôs de mascote. Eles exibiam crianças com câncer que estavam dentro de suas camas no hospital.As votações serão pelo site da Máquina do Esporte a partir de sexta-feira. Amanhã, duas novas categorias serão reveladas: Agência do Ano e Ação Publicitária.


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