A conquista do primeiro título da NBA por uma equipe canadense, com o Toronto Raptors, tem gerado um crescimento do interesse pelo basquete no país.

Agora, Toronto pode passar a ter uma equipe também na WNBA, competição feminina da modalidade. Dois empreendedores do ramo de tecnologia decidiram fazer uma proposta para Toronto ter uma franquia na liga feminina de basquete dos EUA.

Daniel Escott e Max Abrahams, sócios da agência de publicidade New Media Group, estão à frente da ideia. Segundo eles, o negócio é uma chance de "inspirar uma nova geração de mulheres e crianças no esporte".


Natalie Achonwa é uma das quatro jogadoras canadenses que atuam na WNBA / Foto: Divulgação

Em entrevista ao diário de esportes canadense Gist, Escott disse que a oportunidade surgiu após ele e Abrahams estudarem bastante o mercado e consultarem alguns atletas. 

"Embora não tenhamos experiência em construir uma franquia de esportes, nós sabemos começar negócios em diversas áreas, nos conectamos com pessoas boas e também estumaos marketing, comunicação e marketing esportivo por um time. Nós ainda reunimos um conselho consultivo formado por atletas olímpicos, atletas e executivos", afirmou.

A ideia dos investidores é fazer com que o time da WNBA impulsione uma nova geração de jogadoras de basquete no Canadá. Atualmente, apenas quatro canadenses disputam a liga americana. Outras atletas precisam jogar no exterior para poder ser profissionais do esporte.

"Tudo é uma questão de representatividade. Quando você olha o basquete e ele só é jogado por homens, as mulheres e outras pessoas se perguntam: Onde eu estou representada? O basquete ser um esporte só para homens não representa nossa população", completa Escott.


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