A busca por uma medalha olímpica é o sonho de todo atleta. E, também, dos patrocinadores. Na tentativa de conseguir alcançar de forma mais eficiente essa meta, a Ajinomoto decidiu replicar, no Brasil, a estratégia que adotou no Japão para crescer no patrocínio esportivo. Fazer escolhas menos óbvias em seu patrocíno para colher os frutos da aposta menos popular.

"No esporte, existem modalidades que se tornaram negócios milionários e outras que não. No Japão, começamos apostando nos esportes que tinham potencial, mas eram menos conhecidos, como badminton, tênis de mesa e nado artístico. A ideia, com o tempo, é replicar isso no Brasil. Para nós, assim como não valia apostar no beisebol japonês, também não vale apostar no futebol brasileiro. Ambos já estão bem consolidados", disse Takaaki Nishii, CEO Global da Ajinomoto.

A empresa tem como meta fazer do judô um dos esportes mais fortes do Brasil e elevá-lo ao patamar da modalidade no Japão, seu país de origem. Parceira do Comitê Olímpico do Brasil (COB) desde março, a companhia anunciou, em julho, o Time Ajinomoto no Brasil, com atletas de esportes como maratona aquática, caratê e ginástica artística. A ideia é dar a eles uma nutrição específica para melhorar a performance.

Por fim, a companhia ainda pretende, com o tempo, transportar um aspecto social importante do investimento feito no esporte japonês para o esporte brasileiro.

"Quando vemos uma modalidade com potencial e com um número razoável de jovens praticantes, vamos apoiá-la. Esses jovens, lá na frente, poderão virar exemplos para a sociedade de que vale seguir esse caminho, o que fará com que o número de praticantes de determinada modalidade cresça", finalizou Takaaki.

*O repórter viaja a convite da Ajinomoto


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