Após vários anos com temporadas fracas dentro de campo, a Inter de Milão vem bem em 2019/2020. A equipe é a atual vice-líder do Campeonato Italiano a apenas um ponto da líder Juventus e ainda briga por uma vaga nas oitavas de final da Liga dos Campeões no chamado "grupo da morte", que ainda conta com Barcelona e Borussia Dortmund, além do Slavia Praga.

Fora de campo, no entanto, o clube deve sofrer um baque com relação à receita vinda de patrocínios. Em 2018/2019, a Inter de Milão embolsou € 130,5 milhões dessa forma. Nesta temporada, porém, o valor deve cair para € 75,3 milhões, ou seja, € 55,2 milhões a menos.

Foto: Reprodução / Twitter (@Inter)

A principal razão para esse baque financeiro é o fato de algumas empresas terem rescindido contrato de patrocínio com o clube. A lista contém algumas marcas asiáticas, como Full Share e King Dawn Investment Limited que, juntas, deixaram de engordar os cofres da Inter em cerca de € 45 milhões. A agência de marketing Beijing Yixinshijie optou por não renovar a parceria e também prejudicou as projeções financeiras do clube italiano.

Há, contudo, uma "luz no fim do túnel". Isso porque, assim como saíram parceiras, também entraram outras, como Lenovo, Acronis, Hugo Boss, Rinascente, Linkem e A2A. A questão é que os valores pagos pelas que entraram são bem inferiores aos que eram pagos pelas que saíram (cerca de € 6,6 milhões no total).

Apesar disso, o clube acredita que, indo bem dentro de campo, será capaz de alavancar esses valores com as novas empresas parceiras e também por meio de possíveis contratos com novos interessados. "Teremos uma grande oportunidade de explorar novos negócios no futuro", afirmou a Inter, em nota divulgada à imprensa. 


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