Apesar de ter sido a terceira maior edição da história a faturar com anúncios de publicidade, o Super Bowl 2019 terminou com uma "pontinha" de decepção com relação a esse quesito. A NFL esperava bater o recorde de 2017, quando faturou US$ 419 milhões, mas não chegou perto nem dos números de 2018, US$ 408 milhões, o que "derrubou" 2019 para a terceira posição geral com US$ 382 milhões. A queda em relação ao ano passado foi de 6,4%.

De acordo com a Kantar Media, do apito inicial até a última imagem ao vivo feita no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, o Super Bowl teve, no total, 49 minutos e 45 segundos de anúncios publicitários. O número representa 23% do total da transmissão.

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Ao todo, foram 45 anunciantes diferentes, com destaque para a campeã, a Anheuser-Busch Inbev, dona da Budweiser, que teve um investimento estimado em US$ 59 milhões. O Top 5 ainda teve Amazon (US$ 25 milhões), e Alphabet, conhecida por ser a controladora do Google, Deutsche Telekom e Toyota, as três com investimento de US$ 20 milhões cada.

Apesar de só emplacar uma marca no Top 5, o setor automobilístico ficou pelo décimo ano consecutivo no topo entre os que mais investiram na decisão da NFL, com US$ 66 milhões. Em seguida, vêm os anúncios de cervejas (US$ 54 milhões) e telecomunicações (US$ 46 milhões).

Quando comparada às outras finais das grandes ligas americanas, a NFL ainda lidera com folga. Para se ter uma ideia, a World Series (decisão da MLB) teve cinco jogos na última temporada e alcançou "apenas" US$ 305 milhões no total com anúncios. Já a NBA, com quatro jogos nas finais disputadas em junho do ano passado, obteve um faturamento de US$ 208 milhões com publicidade.

Assista abaixo à propaganda da Budweiser produzida especialmente para o Super Bowl LIII:


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