Crianças jogam futebol em Guangdong, na China

Na busca por se tornar uma das potências da bola a médio prazo, a China formalizou, nos últimos dias, parcerias com dois dos três últimos campeões mundiais: Itália e Alemanha.

O contrato mais detalhado foi assinado com a Alemanha, em negociação que teve a participação da chanceler alemã, Angela Merkel, e do presidente chinês, Xi Jinping. O acordo entre o campeão mundial e a principal potência econômica emergente do planeta terá duração inicial de cinco anos, podendo ser renovado.

Além do contrato no nível governamental, também foram selados acordos separados com a Liga de Futebol alemão para garantir “um intercâmbio contínuo de ideias e experiências entre os dois países”.

Uma das primeiras medidas do contrato será o envio à Alemanha de jogadores, técnicos e árbitros chineses para aprimoramento nas instalações do Colônia, clube da primeira divisão do país.

A indústria chinesa apoia o projeto de melhoria do futebol local e investiu € 3 bilhões (R$ 10,91 bilhões) no futebol europeu, seja comprando participação ou a totalidade de clubes ou patrocinando algumas das principais equipes da Europa.

Já com a federação italiana houve a renovação de um acordo de colaboração para “projetos de desenvolvimento do futebol para jogadores, técnicos e entidades”. Segundo Carlo Tavecchio, presidente da federação italiana, com a renovação do contrato entre as entidades, se “consolida a relação com a China”.

“Com um intercâmbio de experiências educativas e de desenvolvimento em diversas áreas, desde a formação de treinadores e árbitros até a promoção do futebol juvenil e feminino”, afirmou o dirigente. 


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