A saída da Orangina, marca do grupo Schweppes que dá nome à segunda divisão do futebol de Portugal, deflagrou uma crise no esporte do país europeu. A liga nacional (LPFP) emitiu comunicado para dizer que não está perdendo patrocinadores, e aproveitou para acusar antigos funcionários de um movimento político orquestrado.

Segundo o comunicado, publicado pela agência de notícias “Lusa”, a LPFP classificou as notícias como “uma campanha contra a atual direção, que tomou posse há três meses”.

“Há pessoas que estiveram na liga de passagem e que agora estão na FPF (Federação Portuguesa de Futebol) muito apostadas em enfraquecer a liga”, diz um trecho do texto.

Ainda de acordo com o comunicado, a LPFP herdou da antiga diretoria salários atrasados e direitos de mídia descentralizados. A liga também considera que os ataques possam ser “uma tentativa de captação de patrocinadores para as competições da FPF”.

O texto também pede que a FPF demonstre que deseja uma liga forte e desmente saídas de patrocinadores. Segundo a nota da LPFP, os atuais acordos vão até 2014.

Contudo, o site “Briefing.pt” publicou declaração de Mário Batista, gerente-geral da Orangina Schweppes em Portugal, que confirmou o desenlace com a LPFP. “A parceria foi proveitosa para as duas partes. Cumprimos os objetivos estabelecidos, e contribuímos para aumentar o prestígio e a import"ncia da liga”, declarou o executivo.


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