A MSL, liga de futebol dos Estados Unidos, vive um momento de expectativa: quatro times brigam por duas vagas na principal divisão do país. Essa disputa, no entanto, em nada lembra as divisões de acesso da Europa e da América do Sul. Ela é nos bastidores, com muito dinheiro, como gostam de fazer os americanos.

A disputa começou no início deste ano, quando a MLS abriu novas vagas para a temporada do futebol. Doze equipes se candidataram à vaga, mas apenas quatro sobreviveram ao processo. Na quarta-feira (06), times de Cincinnati, Nashville, Detroit e Sacramento fizeram suas apresentações finais à liga e esperam o resultado nos próximos dias.

Os critérios para a entrada variam entre aqueles mais objetivos, como a presença de um estádio com boa estrutura, até valores que podem flutuar, como a credibilidade dos investidores da equipe. Nenhum deles escapa do investimento inicial para entrar na MLS, que foi multiplicado nos últimos anos e hoje está em cerca de US$ 150 milhões.

Além dos empresários por trás dos projetos, há também o apoio público nas empreitadas. A prefeitura de Nashville é um exemplo. A capital do Tennessee já se comprometeu a arcar US$ 225 milhões no novo estádio do time de futebol, enquanto o dono da equipe John Ingram, que também possui o Minnesota Vikings da NFL, arcará com apenas US$ 25 milhões da arena. 

Ingram não é o único que já pertence ao mundo do esporte dos Estados Unidos. Dan Gilbert, dono do Cleveland Cavaliers da NBA, é o responsável pelo time de Detroit. Em Sacramento, Kevin Nagle possui o Sacramento Kings, também da NBA. Todos apostam agora no crescimento da MLS e do futebol nos Estados Unidos.


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