Largada da Mizuno Uphill, prova da marca no Brasil

O ano passado não foi bom para as principais fabricantes japonesas de material esportivo. Tanto Mizuno como Asics anunciaram queda nas vendas.

De março a dezembro, a Mizuno teve faturamento de € 1,131 bilhão ou 5% a menos do que no ano anterior. O lucro caiu 94,6% para € 829 milhões. As vendas no Japão, mercado principal da marca, aumentaram 1,6%, atingindo € 760 milhões.

No entanto, em outras regiões, foram registradas fortes quedas. Nos Estados Unidos, as vendas ficaram em € 152,7 milhões ou queda de 24,6%. Na Ásia e Oceania, as vendas tiveram queda menor, de 11% (€ 126,9 milhões). Já na Europa, Oriente Médio e África, os negócios refluíram em 5,8%, chegando a € 92,9 milhões.

Para a marca, a queda “se deve às más condições da indústria esportiva no mercado norte-americano”. Apesar dos números negativos, a companhia divulgou um plano de crescimento de 17,3% até 2018, com previsão de faturamento de € 1,922 bilhão.

Prova de meia-maratona promovida pela Asics 

Já a Asics viu a queda de 6,9% no faturamento, que chegou a € 3,312 bilhões. No fechamento do balanço de 2016, a Asics contava com 867 lojas no mundo.

As vendas da marca tiveram queda em todas as regiões em que opera. Nos Estados Unidos, houve decréscimo de 17%, atingindo € 933 milhões. Na Europa, a empresa venceu 7,3% a menos (€ 889,2 milhões). Até no Japão houve diminuição, de 2,3%, em 2016.

No ano passado, a Asics abriu filiais no Chile e Peru para gerir a distribuição sul-americana mais próxima de seus mercados. Anteriormente, essa atividade era desempenhada pela subsidiária na Califórnia.

A companhia japonesa também adquiriu a FitnessKeeper em 2016, que opera o aplicativo Runkeeper. Para 2017, a Asics prevê elevação de 5,3% no faturamento, atingindo € 3,471 milhões. 


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