O City of Manchester Stadium deve mudar de nome. Duas empresas estão interessadas em nomear a arena inglesa, e ambas já têm negócios com o Manchester City. O montante de dinheiro chega a 12 milhões de libras, cerca de R$ 31 milhões, por ano. A intenção do clube é que o investidor fique de 10 a 15 anos.

Um dos interessados é a companhia alemã Ferrostaal, que, apesar da origem germ"nica, hoje tem o governo de Abu Dhabi como dono. O outro interessado – e favorito – é o maior acionista do Manchester City atualmente. Trata-se da Aabar, um grupo de investimento também dos Emirados Árabes.

Caso seja fechado no valor proposto, o estádio de Manchester teria o maior contrato de naming right do futebol mundial. A arena do Arsenal, por exemplo, tem o nome da Emirates, em um contrato de 15 anos por 6,7 milhões de libas anuais. No acordo está incluso a propriedade máster do uniforme.

O estádio do Manchester City foi projetado para os Jogos Olímpicos de 2000, que a Inglaterra perdeu para a Austrália. Chegou a receber atletismo em 2002, nos Jogos da Commonwealth, mas em 2003 perdeu a pista para criar um novo anel de cadeiras. Tem capacidade para pouco menos de 50 mil pessoas.

Ainda são raros os casos de naming right bem sucedidos no futebol. Uma das questões que fazem a propriedade valorizada é que as arenas já nasçam com o nome de uma empresa, caso do Emirates e do Allianz Arena, em Munique. No Brasil, Corinthians e Palmeiras correm para vender a propriedade de seus futuros estádios. Ninguém foi bem sucedido até então.  


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