Delegação do Brasil chega à Vila Paralímpica do Rio

Segundo o governo federal, 262 dos 289 atletas brasileiros que vão disputar a Paralimpíada do Rio de Janeiro, a partir de 7 de setembro, contam com bolsa atleta do Ministério do Esporte. Ou seja, 90,6% da delegação é beneficiária do programa, o maior número na história dos Jogos Paralímpicos.

Entre os destaques da delegação que recebem bolsa estão astros como Daniel Dias, Clodoaldo Silva, Andre Brasil, Terezinha Guilhermina e Yohansson do Nascimento. Como país-sede, o Brasil irá competir pela primeira vez em todas as 23 modalidades paralímpicas.

Na última edição do evento, em Londres 2012, o Brasil ficou na sétima colocação, quando conquistou 21 ouros, 14 pratas e 8 bronzes. No Rio, o Ministério do Esporte e o CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) estabeleceram como meta terminar os Jogos entre os cinco melhores no quadro geral de medalhas. Para isso, o ministério investiu R$ 14,5 milhões por ano em bolsas aos esportistas.

Durante o ciclo de 2016, a preparação das seleções paralímpicas permanentes em diversas modalidades (atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, ciclismo, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, futebol de 7, goalball, levantamento de peso, hipismo, judô, natação, remo, rúgbi em cadeira de rodas, tiro esportivo, vela e voleibol sentado) contou com apoio financeiro do governo federal.

Desde 2010, foram firmados 17 convênios entre o Ministério do Esporte e o CPB. Os valores somam R$ 67,3 milhões. O investimento proporcionou o treinamento de atletas no Brasil e no exterior, além da participação em competições internacionais.


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