A Macron fechou contrato com a Uefa para fazer parte do programa de assistências da entidade às federações menores do continente europeu. O projeto foi lançado em 2007, com o objetivo de manter os times nacionais com estrutura próxima de seus rivais mais famosos.

Com o acordo, a Macron irá projetar os uniformes em conjuntos com cada federação. O programa da Uefa envolve ciclos de dois anos de contrato e, no caso da marca italiana, serão dois ciclos: 2018-2020 e 2020-2022.

Neste primeiro ciclo, oito seleções terão o suporte da Macron: Andorra, Armênia, Belarus, Chipre, Ilhas Faroe, Lichtenstein, Luxemburgo e San Marino. Os times do segundo ciclo ainda não estão definidos.

A empresa italiana tem tentado crescer no mercado europeu, especialmente com times de seu país. Equipes como Lazio e Bologna mantêm o patrocínio da empresa. Fora da Itália, Sporting Lisboa tem a companhia como parceira, em avanço da marca que tirou a Puma de um dos principais times de Portugal.

Entre as seleções, a Macron fica apenas com equipes menores. É o caso da Albânia na Europa e do Togo na África. Na América Latina, a companhia ainda tem presença tímida. Ainda assim, fechou com times argentinos, como o Lanús, e chilenos, como o Santiago Wanderers.

A Macron surgiu no início da década de 1970, mas apenas nos últimos anos resolveu apostar mais forte em patrocínio esportivo.


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