Lojas oficiais de clubes fazem parte daquele pacote óbvio que qualquer equipe mediana tem que ter. Ainda assim, encontrá-las pelas ruas é uma grande vitória no Brasil.

Há poucos anos, comprar produtos licenciados do time de coração era uma aventura. A distribuição era parca e a oferta, pior ainda. Como consequência, andar pelos estádios era estar num festival de pirataria.

Isso mudou muito nos últimos anos. Em São Paulo, por exemplo, dificilmente um corintiano mora longe de uma loja oficial. Em bairros nobres ou populares, a Poderoso Timão se espalhou pela cidade. Lojas do Palmeiras e do São Paulo logo tomaram o mesmo caminho.

Uma rede de loja oficial rende com a venda da franquia, com o aumento de venda de produtos licenciados e, ainda por cima, é um modo de promover o clube. Quem entra no aeroporto de Barcelona, por exemplo, logo vê uma enorme loja do time catalão; é um cartão de entrada para a cidade. Mesmo se não houvesse lucro no local, ela valeria a pena.

A loja é um dos itens fundamentais no marketing do futebol. Como na década de 2000 elas eram bastante restritas, hoje esse é um bom parâmetro para ver como o futebol cresceu como negócio nos últimos anos no país. Ainda assim, impressiona como grandes clubes carecem dessa estratégia. Com a loja do Fluminense, será um a menos na lista.


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