Depois de quase deixar de ser realizado no país, o Grand Slam de Judô em Brasília foi oficialmente apresentado nesta quinta-feira (12), em cerimônia na capital federal. Se há dois meses o evento quase não saiu do papel por conta do receio da Confederação Brasileira de Judô (CBJ) de viabilizar financeiramente o projeto, agora a situação é totalmente oposta.

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Com um orçamento de R$ 6 milhões e diversos patrocinadores, o Grand Slam será o maior já realizado no país. Ao todo, serão 391 atletas, e 57 países estarão representados no torneio entre 6 e 8 de outubro, no Centro Internacional de Convenções do Brasil, que tem capacidade para 2.500 pessoas.

Foto: Divulgação / CBJ

O Grand Slam terá transmissão para mais de 120 países. O evento, que é um dos últimos a contar pontos para a qualificação dos Jogos Olímpicos de 2020, também reunirá alguns dos principais judocas da atualidade, como o multicampeão francês Teddy Riner, atual bicampeão olímpico no pesado.

O plano de execução do evento foi apresentado no Palácio do Buriti, em evento que contou com a presença do governador do DF, Ibaneis Rocha, dos dirigentes da CBJ e de judocas brasilienses, como Luciano Correa e Ketleyn Quadros.

"Acreditamos nas artes maciais como um fator transformador de educação e disciplina de jovens e crianças", disse Leandro Cruz, secretário de esportes do Distrito Federal.

Além do evento, o mascote oficial do Grand Slam foi apresentado. Após votação popular, o Lobo Guará, animal típico do cerrado brasileiro, foi escolhido como símbolo do evento.


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