Após conquistar o mundo, o surfista Gabriel Medina quer os Estados Unidos. Primeiro brasileiro a vencer o campeonato mundial de surfe, Medina agora vai focar no mercado americano a busca pela popularidade e, claro, dólares em patrocínio.

Ainda durante a etapa de Pipeline, no Havaí, o staff de Medina debateu a estratégia a ser adotada nos próximos anos com membros da WSL (World Surf League, antiga ASP, entidade que rege o esporte). A decisão foi de que Medina terá a imagem trabalhada com força nos Estados Unidos em 2015.

“A WSL acredita muito no potencial do Gabriel globalmente e principalmente no mercado americano. Um exemplo dessa força foram as duas matérias que saíram no New York Times, sendo uma delas a capa da página de esportes”, conta em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte Cesar Villares, responsável pela gestão da imagem do surfista brasileiro.

Segundo Villares, a tendência é que haja a exploração de uma “rivalidade” com o havaiano John John Florence pela WSL.

“Gabriel e John John são as apostas e futuro do surfe nos próximos anos, o que é excelente. Um duelo com um atleta americano traz uma visibilidade espetacular”, diz o executivo.

No mercado brasileiro, a imagem de Medina deve começar a ser explorada com mais força pelos patrocinadores a partir do próximo ano, já que o atleta tem ganho cada vez mais espaço na mídia após o Mundial.

Atualmente, ele conta com os patrocínios de Rip Curl, Guaraná Antarctica, Oi, Mitsubishi, Samsung, Oakley, Gorilla, FCS, Vult Cosmética e Coopertone.

Logo após o Mundial, algumas marcas já fizeram ações com ele. A tendência, porém, é que novas campanhas comecem a ter a imagem de Medina, que é cada vez mais presente.


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