O Conselho Deliberativo do Flamengo votará, na próxima quarta-feira, a proposta para um novo acordo de patrocínio para o clube. A empresa petrolífera de origem francesa Total encaminhou com a diretoria executiva flamenguista um contrato de dois anos de patrocínio por R$ 12 milhões.

A marca da empresa ficará estampada na barra traseira da camisa do Flamengo, em espaço que era ocupado até o ano passado pelo consórcio Multimarcas, que deixou o clube e passou a patrocinar o Atlético-MG a partir dessa temporada.

Por uma questão estatutária, o Conselho do Flamengo precisa aprovar o negócio que foi encaminhado pela diretoria executiva. Sem pressão política interna após os títulos de campeão brasileiro e da Libertadores, o acordo deve ser aprovado.

O acerto com a Total representa a volta de uma marca do setor petrolífero ao clube após uma década. Durante 25 anos, o Flamengo foi patrocinado pela Petrobras. Depois, em 2009, o clube teve um patrocínio pontual da rede de postos Ale na camisa durante a campanha vitoriosa do Campeonato Brasileiro. Desde aquela época, porém, nenhuma empresa do segmento esteve com o clube.

O atual presidente flamenguista, Rodolfo Landim, é ligado ao segmento. Durante 26 anos, trabalhou na Petrobras. Depois, deixou a estatal para trabalhar nas empresas de Eike Batista. Atualmente, ele é presidente da Ouro Preto Óleo e Gás.

Para 2020, além da Total na barra da camisa, o Flamengo tem acordos com banco BS2 (máster), MRV Engenharia (costas), Sportsbet.io (omoplata), Azeite Royal (calção), TIM (número da camisa) e Orthopride (meião). A manga da camisa, que era ocupada pela Buser na última temporada, é a única propriedade que está vaga.


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