Torcida do Atlético-MG lota as arquibancadas do Mineirão

O Mineirão procura um naming right sem abrir mão de seu tradicional nome. A Minas Arena, concessionária que faz a gestão do estádio, quer uma empresa que “combine” com a marca da Arena.

O maior exemplo é de Wembley, um dos estádios mais emblemáticos do mundo. A arena de Londres mantém um acordo de naming right colocado discretamente com seu conhecido nome. Ao lado de seu logotipo, há a frase “connected by EE”.

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“Tem que fazer um trabalho de casar as duas marcas. E pensar nesse contexto, como você ativa esse naming right. Dentro do estádio, a pessoa que tem a experiência no Mineirão vai perceber que em todo o momento há essa marca. A experiência toda é transformada pelo patrocinador”, explicou o diretor comercial do estádio, Samuel Lloyd.

O desafio que ronda o Mineirão é o mesmo de outros estádios do Brasil, que sofrem quando o assunto é a venda do nome: afastar a ideia de que a propriedade envolve apenas a nomenclatura, e não um conjunto de ativações.

Segundo Lloyd, a aceitação do mercado tem sido positiva, mas há uma dificuldade financeira no negócio. A concessionária pede um acordo de no mínimo cinco anos e espera receber pelo menos R$ 10 milhões anualmente.

De todas as novas arenas do Brasil, apenas o Allianz Parque, a Arena Itaipava Pernambuco e a Arena Itaipava Fonte Nova conseguiram fechar um acordo semelhante.


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