O Comitê Paralímpico Brasileiro celebrou na noite de quarta-feira um recorde de interesse da mídia em cobrir o Paralímpicos 2015, a festa de premiação aos melhores atletas paralímpicos do ano.

O recorde de 90 credenciamentos de imprensa para acompanhar o evento foi visto pelo comitê como um sinal de que o movimento paralímpico tem ganhado força perto do Rio-2016.

Festa de premiação paralímpica, no Rio de Janeiro

Com transmissão ao vivo pelo Sportv do prêmio, o comitê viu o evento crescer em 2015. No ano passado, eram cerca de 50 jornalistas realizando a cobertura.

Com a mídia tradicional mais consolidada, o objetivo do CPB, agora, é ganhar mais espaço nas redes sociais. Com mais de 110 mil fãs no Facebook, o comitê agora trabalha a comunicação pelo Twitter. O prêmio foi uma espécie de evento-teste para o uso do microblog pelo CPB, que usou a ferramenta de publicação em tempo real de fotos da rede social para divulgar o prêmio. A preocupação do comitê é de se aproximar, assim, do jovem.

“Em 48h eu alcancei 300 novos seguidores. É uma resposta muito bacana. Vamos procurar cada vez mais o caminho inexorável das mídias sociais, procurar fazer algo diferente nas mídias”, diz Andrew Parsons, presidente do CPB.

O comitê já havia caminhado de foram diferente na diversificação de exposição na mídia. No início do ano, fez uma parceria com a rede de cinemas Kinoplex, que exibe vídeos institucionais do comitê antes de exibir os filmes.

“O CPB se caracteriza por sempre buscar fazer algo diferente. No ano passado, o Kinoplex atingiu mais de 20 milhões de pessoas. O que é legal dessa ação é que ela pega as pessoas despreparadas. E elas ficam em silêncio quando passa a campanha”.

* O repórter viajou a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro


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