Após seis anos de comando, o grupo de Eduardo Bandeira de Mello deixará o Flamengo. O novo presidente do clube, Rodolfo Landim, foi eleito neste final de semana ao lado dos ex-mandatários do time Márcio Braga e Patrícia Amorim. E uma das primeiras promessas foi relacionada a estádio.

Ao menos neste primeiro momento, o Flamengo abrirá mão de construir uma arena. Bandeira de Mello tinha como plano um acordo em curto prazo com o Maracanã e a construção de um estádio próprio, que seria mais rentável.

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Rodolfo Landim, no entanto, rechaçou a ideia. "O nosso primeiro objetivo é o Maracanã. Temos contrato e queremos melhorá-lo. De preferência, participando da gestão. O que o Flamengo sempre quis foi estar na operação do Maracanã e fazer parte do consórcio", afirmou o novo presidente do Flamengo.

O dirigente criticou o uso da Ilha do Urubu, estratégia usada pelo antigo mandatário, pelo tamanho do local. E ainda reforçou que o principal desejo é de uma nova licitação do Maracanã, dessa vez com participação direta do clube.

Atualmente, o Flamengo mantém um acordo com a concessionária do estádio até 2020, com o mínimo de 25 partidas por ano, com aluguel de 15% da renda bruta. Com o novo contrato, o time conseguiu reduzir o tíquete médio e, no último Brasileirão, teve média de 47 mil pessoas por partida.

A gestão do Maracanã, por outro lado, segue indefinida. A relação da concessionária com o Estado do Rio de Janeiro esteve longe do ideal e, em setembro deste ano, um juiz chegou a anular a concessão da arena, com a alegação de que o grupo formado por Odebrecht e IMX teve informação privilegiada em 2013.


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