Se a imagem de Neymar ficou arranhada após a Copa do Mundo, na noite desta quinta-feira (19) o atacante do Paris Saint-Germain deu mostras de que, entre as marcas e as celebridades, seu prestígio continua intacto.

O hotel Unique, um dos mais badalados de São Paulo, foi o palco do 2° Leilão do Instituto Neymar Jr., que busca arrecadar fundos para o projeto social que o atleta mantém na Praia Grande, no litoral paulista. Fechado a 700 convidados, o leilão distribuiu 25 lotes de experiências aos presentes, entre elas a oportunidade de tirar uma selfie com Gisele Bündchen nos EUA, assistir a um desfile de moda em Milão a convite da Dolce & Gabanna e, ainda, conhecer o SBT com Silvio Santos.

Foto: Reprodução / Fox Sports

A expectativa dos organizadores era de arrecadar mais de R$ 3 milhões com as ações. Para isso, além do prestígio de Neymar, o leilão contou com a participação de 16 patrocinadores, entre eles o Paris Saint-Germain e alguns de seus parceiros comerciais, como a GOL, a cerveja Proibida e o fundo de investimentos Rico.

A transmissão ao vivo do leilão foi feita pelo Fox Sports. O momento também significou a primeira aparição pública de Neymar desde a eliminação do Brasil na Copa do Mundo, há duas semanas. O atacante, inclusive, usou o espaço para comentar sobre a participação no Mundial e, também, falar sobre como via sua imagem ficar marcada em todo o mundo por conta das simulações de faltas. 

Na própria quinta-feira pela manhã, ele publicou um vídeo no Instagram convocando os torcedores a participarem do “Desafio da Falta”, numa espécie de resposta ao “Neymar Challenge”, em que as pessoas postam vídeos rolando no chão.

“Eu levo na brincadeira, não fico bravo. Só dou risada, e aí a gente entra na onda. [O vídeo no Instagram] Foi um momento ali em que eu estava com as crianças e resolvi fazer uma brincadeira”, afirmou o atacante para o Fox Sports.

Depois, em entrevista coletiva, Neymar foi mais enfático para falar sobre sua imagem após a Copa: “Desvalorização não tem. Eu saí da Copa e continuam falando no meu nome. Não me esquecem nunca. Então como é que vai desvalorizar?”.

Antes da Copa do Mundo, Neymar era um dos principais garotos-propagandas de diversas marcas. Multinacionais, como Nike, McDonald's, Gillette, Red Bull, MasterCard, Beats e TCL tinham o jogador como astro das campanhas ligadas ao futebol. Outras empresas nacionais, como GOL, cerveja Proibida, café Pilão e o banco de investimentos Rico, usaram a imagem do atacante para aproveitar o momento pré-Copa.


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