O McDonald’s celebrou as vendas ligadas à Copa do Mundo em evento realizado na Amcham, em São Paulo. Justificou com os números de produtos vendidos: foram 3,3 milhões de sanduíches que homenageavam seleções e 3,7 milhões de Coke Glass produzidos, os copos com referência ao Mundial. Para a empresa, sucessos ligados ao planejamento.

Segundo Eduardo Simon, VP de atendimento agência Taterka que atende o McDonald’s, o tempo de patrocínio e o modo como as ativações são planejadas são fundamentais. “Pensamos na Copa do Mundo há oito anos, quando foi definido que seria na América Latina. E a associação não é o mais importante, mas sim o resultado. Então o que pensamos é como o evento contribui para a marca”, afirmou.

O executivo justificou a estratégia para fazer a maioria das ativações no período anterior ao início da Copa do Mundo. No planejamento da empresa, todas as ações se encerravam no último jogo da primeira fase; foi um modo de se proteger caso o Brasil fosse eliminado precocemente.

Simon aproveitou e provocou outros patrocinadores. “Quando faltava uma semana para a Copa do Mundo, você andava pelas ruas e não sentia o clima. E isso é falta de planejamento. Teve patrocinador que rasgou dinheiro por não se planejar”, ponderou.  

Agora, o McDonald’s mira os Jogos Olímpicos, que também têm patrocínio da empresa. A aposta novamente será na festividade e na receptividade, valores que, para a Taterka, são ainda mais fáceis de transmitir, comparados à Copa.   


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