Quem não se lembra dos icônicos "Minicraques", pequenos bonecos com cabeças maiores do que o corpo que foram criados pela Coca-Cola na Copa do Mundo de 1998 e fazem sucesso até os dias de hoje? Se desde aquele ano ícones do futebol brasileiro masculino foram homenageados, como Ronaldo, Ronaldinho e Romário, chegou a vez da marca, parceira da Fifa, criar a primeira "Minicraque" em alusão a uma jogadora da seleção feminina.

Foto: Divulgação / Coca-Cola

Ao invés de Marta, Cristiane ou Formiga, mais conhecidas do público em geral, a escolhida pela Coca-Cola foi a meia-atacante Debinha. A camisa 9 da seleção brasileira foi uma das mais regulares em campo durante a participação do país na Copa do Mundo Feminina que, assim como a masculina de 1998, também é realizada em território francês.

A ação é uma espécie de desdobramento da campanha #TeamCocaCola, iniciativa da marca que escolheu seis jogadoras de futebol que disputam a Copa do Mundo com o intuito de ajudar a empoderar mulheres no mundo todo. Além de Debinha, fazem parte da lista Sara Däbritz (Alemanha), Abby Dahlkemper (Estados Unidos), Grace Geyoro (França), Saki Kumagai (Japão) e Desire Oparanozie (Nigéria).

A edição da Debinha Minicraque, no entanto, foi limitada. A estratégia da Coca-Cola foi distribuir a mercadoria entre influenciadoras digitais que, por sua vez, presentearam seguidores com o produto.

Todas as seis jogadoras escolhidas pela marca gravaram vídeos, que podem ser vistos nas redes sociais de cada uma, assim como nas da própria Coca-Cola, contando sobre os obstáculos que enfrentaram ao longo do caminho até chegarem à disputa da Copa do Mundo.

Foto: Reprodução / Twitter (@CocaCola_Br)


Notícia Coca-Cola Minicraque Debinha patrocínio marketing estratégia futebol feminino empoderamento ação ativação influenciadora digital