O grupo farmacêutico Cimed decidiu redefinir suas prioridades no marketing esportivo e rompeu os contratos que possuía com as Confederações Brasileiras de Vôlei (CBV) e Basquete (CBB). Com isso, a empresa manterá apenas os aportes ao futebol, com quem tem contrato até 2023 com a CBF, e ao automobilismo, esporte em que é a principal patrocinadora do país. As informações foram veiculadas no Blog Olhar Olímpico, do UOL.

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De acordo com a publicação, a Cimed afirmou, em nota, que "construiu relações vencedoras por meio do esporte" e que "agora conclui sua jornada com as equipes de basquetebol e voleibol" para seguir "uma nova estratégia de marca". A empresa teve o title sponsor da Superliga de Vôlei na temporada passada e patrocinava o basquete há apenas oito meses, ou seja, desde o início deste ano.

O fim dos contratos ocorre a menos de um ano dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. O vôlei permanece com o Banco do Brasil, seu principal patrocinador, enquanto o basquete tem na Motorola sua principal parceira. No Mundial disputado na China nas últimas semanas, a camisa brasileira teve o logotipo do Banco de Brasília (BRB) estampado, mas não houve nenhum tipo de pagamento pela visibilidade.

Ainda segundo o Blog Olhar Olímpico, as duas partes possuem um protocolo de intenções, mas nada foi assinado pelo fato de que a CBB não tem a documentação necessária. O acordo seria de R$ 1,5 milhão, podendo ser ampliado para R$ 2,5 milhões.


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