A Confederação Brasileira de Rugby tem somado esforço para que o esporte cresça no Brasil. Agora, a entidade tem um ponto específico para marcar a evolução da modalidade: 2023. Essa é a data da Copa do Mundo, e o objetivo é fazer com que a seleção brasileira esteja presente.

A um grupo de patrocinadores e jornalistas, o CEO da confederação, Agustin Danza, apresentou o plano da entidade para atingir o objetivo. A ideia é fomentar a base em paralelo a um trabalho de alto rendimento, que dê melhores condições físicas e técnicas aos jogadores das seleções brasileiras.

O plano é valorizar os atletas mais dedicados e profissionalizar o processo de escolha dos jogadores, que devem seguir cartilhas para condicionamento físico. A bolsa fornecida pela confederação só é aprovada caso as metas sejam alcançadas pelos jogadores brasileiros.

“Hoje, o esporte é totalmente amador no Brasil. Não é nem semiamador”, comentou Danza. “Vi um jogador de Santa Catarina e não o reconheci. Fazia cinco meses que eu não o via. Ele estava enorme”, completou.

O trabalho, claro, é gradual. Com mais jogadores formados e com atletas em melhores condições, a CBRu espera testar os elencos nas eliminatórias da Copa do Mundo de 2019 e dos Jogos Olímpicos de 2020, ambas as disputas em 2018.

Além da base e do alto rendimento, um aspecto abordado pelo executivo foi a popularização do esporte no Brasil. “Sempre faremos eventos para que as pessoas conheçam o rúgbi. Eventos que sejam fáceis de ir, fáceis de entender”, afirmou Danza.

Um dos exemplos citados foi a clínica montada da Arena Corinthians, na última semana. Eventos em praias e locais públicos devem permanecer constantes no universo da CBRu.


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