O judoca Popole Misenga (à dir.) durante o Rio 2016

A CBF divulgou que, a partir do ano que vem, atletas que portarem visto de refugiado ou humanitário poderão ser registrados como jogadores nacionais, sem preencher cota de estrangeiro, que atualmente é de cinco por clube.

“É uma questão humanitária que preocupa o mundo todo e não poderia ser diferente com o futebol. Trata-se de uma medida concreta e necessária que pode representar oportunidades a estes jogadores que chegam sem nenhuma perspectiva à medida em que, prioritariamente, vêm de países sem muita tradição no futebol”, avalia Marco Polo Del Nero, presidente da CBF.

A questão dos refugiados no esporte ganhou muita visibilidade durante a última Olimpíada e Paralimpíada do Rio, quando o COI (Comitê Olímpico Internacional) montou, pela primeira vez na história, uma equipe de atletas refugiados. 


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