A expectativa para a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo da Rússia tem servido para consagrar um projeto idealizado pela Confederação Brasileira de Futebol em 2016. O Canarinho, mascote criado às vésperas dos Jogos Olímpicos do Rio, parece ter caído no gosto popular.

Com o time brasileiro na espera do jogo contra a Suíça, cabe ao mascote a função de se relacionar com torcedores na Rússia. Por meio de vídeos com o passeio do Canarinho pela sede da Copa, a CBF tem conseguido popularizar o mascote.

“O Canarinho faz parte do trabalho de aproximação da seleção brasileira com o torcedor. Planejamos trabalhar com um mascote que fale com todos os tipos de torcedores, mas em especial com o público jovem”, afirmou Gilberto Ratto, diretor de marketing da CBF, em entrevista exclusiva para a Máquina do Esporte.


Canarinho interage com torcedor russo na chegada do Brasil à Copa. Foto: Divulgação

Pouco antes do início da Copa, a entidade lançou a loja oficial do Canarinho. A “Meu Canarinho” vende a versão em pelúcia do mascote, que já foi vista no colo de Bruna Marquezine durante os treinos da seleção, e outros itens licenciados.

Canarinho caiu nos braços de Neymar e Bruna Marquezine. Foto: Divulgação

“O sucesso do Canarinho aqui na Rússia, bem como a venda dos produtos licenciados, mostram o quanto o brasileiro é apaixonado pela seleção e o quanto a seleção cativa as pessoas mundialmente”, complementou Ratto.

A cara de bravo do mascote, que ganhou o apelido de “Pistola”, ajudou na construção da personagem. Tanto que isso tem levado à produção de diversos “memes” que acabam compartilhados em redes sociais. O sucesso é tanto que até os clubes começam a entrar na onda.

Com a abertura da Copa do Mundo, o São Paulo mudou a feição do seu mascote, o Santo Paulo, e fez a versão “pistola”, em homenagem ao colega de seleção brasileira. O post foi rapidamente compartilhado pelos torcedores e gerou bastante mídia para o clube paulista. Até mesmo na mídia o sucesso do Canarinho começa a gerar pauta.

Tudo isso tem feito com que o Mascote passe a ganhar um planejamento específico por parte da CBF. Após a Copa, ao que tudo indica, ele terá bastante trabalho.

“O plano é não parar nunca com o Canarinho. Até porque ano que vem tem Copa América no Brasil, depois tem a Copa do Mundo feminina, no ano seguinte Olimpíadas, Eliminatórias e daí já chega a Copa no Qatar”, finalizou Ratto.

Ao que tudo indica, o Canarinho vai ter de voar bastante nos próximos anos.


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