O Bahia apresentou na noite desta quinta-feira (27) a Esquadrão, marca de roupas própria do clube, que antecipou o término do vínculo com a Umbro para fazer o lançamento.

Assim, o Bahia se junta a Fortaleza, Santa Cruz, Coritiba e Paysandu, entre outros, que também decidiram adotar uma linha própria de confecções para aumentar o faturamento e melhorar a entrega da distribuição do produto ao torcedor.

A estratégia do Bahia é, com a nova linha de roupas, ter uma margem maior de lucros com as peças vendidas. O Paysandu, primeiro clube de torcida regionalizada a adotar essa estratégia, consegue atualmente um faturamento de quase R$ 6 milhões por temporada, número que é alcançado apenas pelos clubes de maior torcida do país anualmente.

Antes da cerimônia em que os novos uniformes foram apresentados, o presidente do clube, Guilherme Bellintani, disse que a aposta já se mostrou vitoriosa financeiramente.

"Acabamos de bater no final da tarde o mesmo valor de royalties que tínhamos arrecadado em 2017 inteiro. Ou seja, antes do lançamento já atingimos a mesma quantia de valor de royalties correspondente a todo o ano de 2017", afirmou.

Torcedores do Bahia apresentam a linha própria de confecção do clube. Foto: Divulgação / Bahia

A expectativa é de que o clube consiga arrecadar cerca de R$ 4 milhões por ano com a linha própria, o que representaria cerca de quatro vezes mais do que acontece atualmente. 

O evento de lançamento, na Arena Fonte Nova, teve como mote a inclusão. Os modelos foram um representante da comunidade indígena, mulheres, um amputado e um sócio com síndrome de Down. Os uniformes também foram desenhados por torcedores.


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