Pesquisa divulgada pelo jornal Meio e Mensagem na última quarta-feira (2) mostra que o torcedor brasileiro ainda tem dificuldades para lembrar quais as marcas patrocinadoras da Copa do Mundo e da seleção brasileira, mesmo a menos de 45 dias do Mundial.

O levantamento feito pelo Ibope revela que a marca mais associada à seleção é a Coca-Cola, sendo que é a rival Guaraná que apoia o time. Outros 35% dizem não saber quais marcas apoiam a Copa do Mundo, mas 41% sabem que a Coca-Cola a patrocina.

Os resultados revelam algo importante para o entendimento do que é patrocínio.
Sem ativação de marca, a chance de ela ser lembrada vira uma loteria.

Não por acaso a pesquisa tem a Coca-Cola como marca mais relacionada a Copa do Mundo e seleção brasileira.

A marca, além de patrocinar há muito tempo os principais eventos mundiais de esporte, trabalha de forma constante essa comunicação nos meses que os antecede. O recado é direto e constante na mente das pessoas.

Outro fator interessante que se observa é o de que é preciso, no Brasil, acoplar o patrocínio a uma compra mais efetiva de mídia. Itaú, Vivo e Brahma são muito lembrados graças, também, ao fato de estarem dentro do pacote de mídia do futebol da Globo.

O maior erro cometido pelas empresas é esquecer que ativação de marca é um trabalho constante. Não adianta esperar o período pré-evento para ir atrás de uma estratégia de ativação.

Num mundo multiconectado como o de hoje, ativação de marca requer um trabalho contínuo no esporte. Do contrário, é você querer ser lembrado sem trabalhar para isso.


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