Como nunca, o esporte tem apostado em ser cada vez mais um evento de entretenimento, não só no Brasil, mas em todo o mundo. É uma virada à americana, com exemplos que são direcionados ao que o país da América do Norte faz há décadas.

Um exemplo claro é o da Liga dos Campeões, que nos últimos anos tem unido esforço para fazer da decisão do torneio um evento cada vez mais marcante. Há até apresentação musical, com o mesmo patrocinador do show do intervalo do Superbowl.

Mas o torneio europeu, que há mais de uma década mostra evidentes avanços no profissionalismo da gestão, está longe de ser uma exceção. Na verdade, diversos agentes esportivos têm apostado em uma nova roupagem para ser mais jovem e atraente ao mercado.

A última novidade foi o vôlei, com uma reformulada Liga das Nações, um torneio que terá a missão de tornar o esporte cada vez mais popular ao redor do planeta. Para isso, recorreu à IMG, uma das responsáveis por mudar o status recente do UFC.

Outro caso notável é da Fórmula 1, que passou por uma grande transformação. Foi da entidade que “não precisava das redes sociais” à competição que tem até e-sports, graças à transformação promovida pela Liberty Media; a agência comprou a disputa.

É nesse cenário que o Campeonato Paulista está inserido; ele não quer perder espaço para um mundo do esporte em mutação. É também o caminho que a Conmebol aposta para suas competições de clubes.

Com todas essas mudanças, ficam ainda mais preocupantes os atrasos promovidos por outras entidades esportivas no Brasil, o que inclui a CBF e seu principal produto, o Brasileirão.


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