Boletim de notícias sobre negócios do esporte. Digite seu e-mail abaixo para se cadastrar:
Digite a palavra no campo abaixo:
 
  
09/02 | Vitória faz ação por marca no Carnaval
09/02 | Após desfile, Inter leva camisa ao museu
09/02 | Validade faz SP rechaçar estocar camisa
09/02 | São Paulo cria conceito ao lançar camisa
08/02 | BH terá curso sobre gestão e marketing
08/02 | Aporte leva nadador Kaio Márcio ao Flu
08/02 | Estreia de Robinho não empolga audiência
08/02 | Adidas investe em Youtube por novo tênis
08/02 | Petrobras e negociações unem baianos

© Copyright 2008 - Máquina do Esporte.
Todos os direitos reservados.

  
SEGUNDA-FEIRA, 9 DE NOVEMBRO DE 2009 - 10h18
 
Eventos unem esporte e social no Brasil

GUILHERME COSTA
Da Máquina do Esporte, em São Paulo

A ideia de realizar em São Paulo a "Semana internacional do esporte pela mudança social" surgiu antes de o Rio de Janeiro ter sido confirmado como sede das Olimpíadas de 2016. No entanto, a realização do evento esportivo e da Copa do Mundo no país em uma mesma década mudaram o cenário. Esporte e social nunca tiveram uma oportunidade tão clara para ficarem mais próximos.

A "Semana internacional do esporte pela mudança social" aconteceu na unidade Santana do Sesc-SP e terminou na última sexta-feira. Houve palestras, debates e apresentações de metodologias empregadas em projetos sociais vinculados ao esporte. Tudo isso para aproveitar a atividade física como plataforma de comunicação para transformações no país.

"Com a Copa do Mundo e as Olimpíadas confirmadas para o Brasil, o mundo inteiro está olhando para cá. Já tínhamos essa ideia, mas abrimos um evento que pode colocar o poder público, a sociedade civil e a iniciativa privada em contato para discutir questões importantes. É preciso sair do papel cômodo de só criticar e tomar atitudes que realmente possam mudar as coisas", explicou Chico Tattini, da J. Leiva Cultura & Esporte, uma das organizadoras do evento.

A despeito de possuir uma abrangência maior em seu trabalho, a J. Leiva adotou o trabalho social no esporte como principal foco. A principal aposta da agência é que esse segmento do mercado, por ser muito novo e por ter muito a ganhar com eventos de grande porte na próxima década, possui enorme potencial de crescimento.

"Temos pouco tempo de discussão sobre isso ainda. Não temos nada contra o esporte de alto rendimento, mas nosso foco é mais educacional. O esporte é uma ótima maneira de trabalharmos para a formação de crianças", disse Tattini, que lembrou que o fato de o segmento ser recente dificulta a obtenção de resultados concretos: "Principalmente porque isso é algo difícil de mensurar. As pessoas querem saber quantas crianças os projetos tiraram do tráfico e levou para outros lugares, mas é complicado vermos quantas foram as crianças que nem chegaram ao tráfico".

Entre o potencial de desenvolvimento, a falta de resultados concretos e a necessidade de investimento nesse setor, a "Semana internacional do esporte pela mudança social" apresentou iniciativas de empresas e projetos desenvolvidos em outros países. Isso foi suficiente para mostrar dados alarmantes. Nos Estados Unidos, por exemplo, a verba de educação física foi uma das primeiras a serem cortadas no período da crise financeira internacional. Além disso, apenas 3% dos pais do país acreditam que seus filhos possuem um local para praticar esportes.

"Temos vários profissionais nossos aqui, participando de uma discussão que precisa ser mais ampla. Essa é a base para formarmos uma política pública de esporte. A Copa e as Olimpíadas são oportunidades para todos que trabalham com o tema. O foco é o esporte, mas é uma oportunidade de trabalharmos algo com um viés mais social", disse o ex-jogador Raí, que esteve no evento como representante da fundação Gol de Letra.

"Nosso projeto já movimentou 70 mil crianças e quatro mil professores em três Estados: Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. Temos 48 núcleos, e atualmente contamos com cinco mil crianças. Sempre investimos muito nisso, até por sermos uma companhia que acredita muito no esporte", adicionou Waleska Ferreira, gerente de responsabilidade social da Unilever, empresa que investe R$ 4,5 milhões anuais no projeto "Esporte cidadão Unilever".





       
 
29/01 Cativa investe em adereços para torcida
14/12 Perfil rende apoio e põe Di Grassi na F-1
10/11 Mídia vira dilema para social no esporte
09/11 Eventos unem esporte e social no Brasil
 
09/02 | Vitória faz ação por marca no Carnaval
09/02 | Após desfile, Inter leva camisa ao museu
09/02 | Validade faz SP rechaçar estocar camisa
09/02 | São Paulo cria conceito ao lançar camisa
08/02 | Adidas investe em Youtube por novo tênis
08/02 | Nike usa jogos para divulgar novo tênis
08/02 | Arsenal contrata consultoria para China
08/02 | Fluminense cria prioridade em bilheteria
08/02 | Fla tenta registro de "império do amor"
08/02 | Corinthians ratifica entrada na Stock

 


 

© Copyright 2008 - Máquina do Esporte. Todos os direitos reservados.