Foto Rafael Plastina Rafael Plastina, 33 anos, é gerente de marketing, comercial e desenvolvimento da Informídia Pesquisas Esportivas desde julho de 2004. Antes de iniciar sua carreira no marketing esportivo, Plastina se formou em 1995 em direito na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Até 1998, foi advogado na cidade de Salvador, onde nasceu. Neste ano, cansado da carreira na advocacia, o executivo decidiu estudar em Barcelona, na Espanha, durante nove meses. Fez um MBA em marketing na cidade e, então, foi para os Estados Unidos, onde cursou durante dois anos um MBA em administração esportiva e gestão de arenas na Universidade de Ohio. De volta ao Brasil em 2002, Plastina deparou-se com uma realidade diferente da vivida nos Estados Unidos, em que a indústria do esporte estava mais bem desenvolvida. "A volta para o Brasil foi bastante traumática. A expectativa da indústria do esporte nos Estados Unidos é totalmente diferente. Você vive um mundo de fartura, de negócios, oportunidades, dinheiro. Você fica meio que inebriado com essa realidade, e eu voltei para o Brasil com essa expectativa de conseguir uma boa colocação logo, com um bom salário", afirma o executivo, que ao chegar ao país e não conseguir colocar em prática o que aprendeu na Universidade decidiu montar uma empresa de marketing esportivo, a Score Sport Business. Pouco depois, na metade do ano, Plastina assumiu o cargo de gerente de marketing do Vitória, para viver uma experiência que, nas suas palavras, equivaleram a um mestrado. "O ano que passei no Vitória aprendi muito mais do que nos três anos que estive no exterior", diz. Um ano após a experiência no Vitória, Plastina voltou para São Paulo, onde trabalhou durante quase um ano na TNS Sport, empresa que mede o retorno de mídia no esporte. Depois de sair da empresa, foi convidado pela concorrente Informídia para assumir o cargo de gerente de marketing, comercial e desenvolvimento, sendo responsável principalmente pela reestruturação da área de marketing da empresa.

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Foi a arrecadação do Flamengo em 2016; cerca de 60% desse valor foi com verba de televisão (R$ 297 milhões)

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