“Presidente da Lenovo no Brasil fala sobre o patrocínio à dupla Ricardo e Emanuel e descarta investir no futebol brasileiro”

Marcelo Medeiros
Foto Marcelo Medeiros Marcelo Medeiros entrou na divisão de computadores pessoais da IBM, em 2003, como diretor de vendas. Quando a Lenovo adquiriu esta divisão, em maio de 2005, Medeiros assumiu o cargo de diretor de vendas para a América Latina, ocasião em que estava responsável pelas vendas corporativas da empresa por meio de todas as rotas de mercado. Em outubro de 2006, Medeiros assumiu o posto de diretor de vendas da recém criada divisão de SMB (pequenas e médias empresas) para a América Latina, além de ser o gerente geral das operações offshore da empresa na mesma região. Marcelo liderou ambas áreas até o dia 21 de novembro de 2007. Antes dos cargos na área de computação pessoal, Marcelo ocupou vários cargos executivos na IBM, tanto no Brasil como na América Latina, tendo vivido nos Estados Unidos entre 2000 e 2005. Seus cargos mais recentes envolvem as áreas de vendas, marketing e operações: - 2002 a 2003 ? diretor de marketing para a área de servidores, sistemas de armazenamento e impressão para a IBM América Latina; - 2000 a 2002 ? executivo de suporte a vendas para a IBM América Latina, responsável pela produtividade de vendas em várias linhas de negócio, incluindo oportunidades complexas; - 1998 a 1999 ? gerente de suporte a vendas para a IBM Brasil, responsável pela produtividade de vendas em várias linhas de negócio, incluindo oportunidades complexas; - 1997 a 1998 ? gerente regional da IBM Brasil para os estados do Paraná e Santa Catarina, quando esteve responsável por todas as operações de negócio da IBM na região; - 1989 a 1996 ? vários cargos de gerência em vendas, incluindo a unidade de negócios para os clientes de governo, telecomunicações e utilidades públicas no Sul do Brasil. Marcelo é catarinense de Florianópolis, é bacharel em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Santa Catarina, tem 40 anos de idade, é casado, tem 2 filhos.

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30 milhões

de dólares deve investir o governo argentino e capacitar o autódromo de Buenos Aires para poder receber uma prova da Fórmula 1.

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