“Diretor dos canais Premium da Globosat comemora números positivos da venda de PPV do Campeonato Brasileiro”

Elton Simoes
Foto Elton Simoes Elton Simões é formado em direito pela PUC-SP e administração pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP). Em 1986, começou a trabalhar na Rede Globo de Televisão como analista de marketing, função ocupada por dois anos até se tornar gerente de marketing da emissora. Em 1990, após concluir curso de pós-graduação na FGV, Simões mudou-se para os Estados Unidos, onde passou a ser diretor de novos negócios da Globo Nova York ao mesmo tempo que estudava no curso de gestão administrativa da Universidade de NY. De volta ao Brasil em 91, o executivo assumiu o cargo de diretor de novos negócios da Globo, indo no ano seguinte trabalhar como diretor da Globo Cabo, trabalhando na divisão da Net Brasil. Em 1993, Simões foi morar na França, onde fez um MBA em administração na cidade de Fontainebleau. Em 94, após terminar o curso, seguiu para a Holanda, onde trabalhou como diretor de negócios internacionais do Canal + holandês. Mais uma vez de volta ao Brasil, em 1995, Simões assumiu a presidência do Telecine, canal de filmes da Globosat. Em 97, passou a trabalhar no grupo Disney, como vice-presidente e diretor do Walt Disney Channel para a América Latina. No ano 2000, Simões viveu sua primeira experiência direta no mundo esportivo, como presidente da ISL, empresa de marketing esportivo que tinha parceria com Grêmio e Flamengo. Seu campo de atuação era na operação do Flamengo, no qual teria uma verba de US$ 1 bilhão para administrar durante dez anos. No ano seguinte, pouco antes da quebra do grupo suíço de marketing, Simões assumiu suas funções novamente na Globo, agora na área de pay-per-view esportivo. Entre 2001 e 2003, ele foi o gerente das divisões de esporte do PPV. Em 2003, Simões assumiu sua função atual dentro da Globosat, atuando como diretor dos canais Premium da Globosat. Desde então, o executivo tem comandado as operações de integração de todos os tipos de pacotes negociados pela empresa.

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30 milhões

de dólares deve investir o governo argentino e capacitar o autódromo de Buenos Aires para poder receber uma prova da Fórmula 1.

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