“Ex-vice corintiano diz que clube perdeu profissionalização com a parceria com o MSI e vê fim do acordo como solução”

Antonio Roque Citadini
Foto Antonio Roque Citadini Antônio Roque Citadini nasceu em Rio Claro, interior de São Paulo, em 2 de setembro de 1950. Aos 28 anos, concluiu o Curso de Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Até chegar ao Tribunas de Contas do Estado (TCE), em 1988, Citadini exercia a profissão de advogado. Passou pela Câmara Municipal de São Paulo, pelo Sindicato de Condutores de Veículos Rodoviários e Anexos; e pelo PMDB. Entre 1980 e 1983 foi assessor jurídico da Prefeitura Municipal de Santo André, de onde saiu para assumir o mesmo cargo na Companhia de Gás de São Paulo. Na Comgás, chegou à presidência da empesa em 1987. Em 28 de março de 1988 foi nomeado conselheiro vitalício do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. No órgão estadual, foi vice-presidente de 1989 a 1990 e no ano de 2006. Entre 1992 e 1995 exerceu a função de corregedor. Por duas vezes esteve na presidência do TCE, em 1991 e 1998. A carreira como dirigente no Corinthians ganhou notoriedade em 2000, quando Citadini assumiu a vice-presidência de futebol do clube. Quatro anos depois, perdeu força com a chegada de Andrés Sanches, homem forte do MSI. O contrato com o investidor marcou o afastamento de Citadini do departamento de futebol corintiano. Porém, mesmo longe do poder no Parque São Jorge, Citadini continua atuante e é a principal voz contrária à parceria. Citadini também fez carreira editorial. Tem cinco livros lançados e é co-autor de outros dois. O último "Neco, o Primeiro Ídolo" foi lançado em 2001 e é o único com temática voltada para o futebol. Os outros são livros ligados ao Direito e à Política.

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Por ano pede a Série A da Itália pelos direitos televisivos; próxima negociação abrangerá período entre 2018 e 2021.

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