Aos poucos, os times brasileiros começam a entrar em campo de forma oficial para a temporada de 2018, com as primeiras partidas dos estaduais. Se em campo o calendário parece apertado para as equipes estarem 100%, nos bastidores os fatos têm fluído com mais intensidade: os primeiros dias do ano têm sido marcados por uma série de contratos assinados, e a maioria deles com acordos até o fim do Brasileirão.

Um dos que se pronunciaram na última quarta-feira (17) foi o Corinthians. O time paulista anunciou o aporte da bandeira de cartão de crédito Valle Express, que ficará na barra das mangas da camisa da equipe até o fim deste ano. No lado oposto do uniforme, o time já contava com a Minds, que havia renovado com o clube em dezembro.

O Corinthians é um bom exemplo de time que tem acordos acertados no início deste ano, ainda que não conte com um aporte máster. Em 2017, os contratos do time vieram mais tarde. Foxlux, já renovada, fechou em março. Universidade Brasil, apenas em maio.

É um caso parecido com o Botafogo. O time carioca reuniu aportes ao longo de 2017, mas nesta semana anunciou o uniforme cheio para a temporada. Algumas marcas, como a Pega Carga e a Neto’s, haviam fechado com o time apenas para o fim do último ano, mas acertaram uma renovação mais longa com a equipe já nas primeiras semanas da atual temporada.

E foram mais exemplos nesta semana. Também na quarta-feira (17), a dupla mineira, Cruzeiro e Atlético, apresentou um parceiro para a numeração do uniforme: a Orthopride, que ficará até o fim da temporada. O Atlético ainda teve tempo de apresentar mais um parceiro no dia: o time passou a contar com a Universidade Brasil, que acertou com a equipe por três anos.

E houve mais assinaturas. O Flamengo acertou um novo contrato com a Carabao, que não irá mais para o máster e ficará nas mangas do uniforme, além de renovar com a Universidade Brasil. O Atlético Paranaense fechou com a Copacol. A Ponte Preta, mesmo na Série B, conseguiu acertar um aporte de um ano com o Guaraná Poty. O clube do interior paulista já havia renovado contratos como a Pilot, a Kodilar e o Clube da Picanha.

Segundo a Máquina do Esporte apurou, a principal diferença neste ano tem sido a facilidade dos clubes nas renovações de contratos anteriores, como foram os exemplos do Botafogo. Mais do que um mercado reaquecido, as marcas querem ficar em suas posições no esporte, especialmente em um ano de Copa do Mundo. A dificuldade permanece com as marcas novas.


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