Revista Máquina do Esporte - Edição 13

O ano de 2011 marca o início de uma revolução no mercado do marketing esportivo no Brasil. Impulsionadas pela realização de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos no país nesta década e, ainda, com boas perspectivas por conta do aquecimento da economia nacional, grandes agências de publicidade decidiram abraçar o mercado de marketing esportivo. Das estrangeiras Octagon, WPP e Havas, passando por figuras carimbadas como Ronaldo e o bilionário Eike Batista, o mercado esportivo brasileiro parece ser, também, a "bola da vez". Mas será que há vida além disso? O apetite dessas megaagências, pelo menos no discurso, vai para além de 2016. Veja ainda os detalhes da Nike 600k e números exclusivos que comprovam o sucesso do centenário corintiano.


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Foi a arrecadação do Flamengo em 2016; cerca de 60% desse valor foi com verba de televisão (R$ 297 milhões)

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