Foto: Reprodução / Instagram (@pumafootball)

O Independiente empatou com o Flamengo por 1 a 1 em pleno Maracanã e sagrou-se campeão da Copa Sul-Americana de 2017. O resultado, é claro, foi bastante comemorado por jogadores, comissão técnica, dirigentes e torcedores do time argentino, mas não foram só eles que tiveram motivos para vibrar. A Puma finalmente pôde comemorar, após um ano cheio de reveses.

O último mês em especial foi bastante complicado para a marca alemã. Primeiro, já sabia, por antecipação, que seu único representante na Liga dos Campeões, o Borussia Dortmund, não chegaria à fase de oitavas de final. Para piorar, teve que amargar uma campanha vexatória do time, que conquistou apenas dois pontos em seis jogos e foi eliminado sem vencer sequer um jogo na competição.

Depois, veio o pior golpe. A queda da Itália, tetracampeã mundial e carro-chefe do futebol da Puma, diante da Suécia pela repescagem europeia deixou a Azzurra fora da Copa do Mundo da Rússia no ano que vem. A empresa alemã terá que se contentar em torcer para que Uruguai e Suíça, seus únicos dois representantes, façam boas campanhas e levem a marca o mais longe possível no Mundial.  

Por tudo isso, o título do Independiente foi bastante comemorado. É claro que a Sul-Americana não tem, nem de longe, o mesmo peso de uma Copa do Mundo ou de uma Liga dos Campeões, mas fechar o ano com ao menos um título parece dar um respiro aos alemães.

Foto: Reprodução

Ainda no gramado do Maracanã, os jogadores do Independiente vestiram uma camisa especial feita pela Puma. Na parte da frente, onde aparece o logo da marca, foi colocado o escudo que caracteriza o clube argentino como atual detentor do título do torneio. Nas costas, a marca exalta os 17 títulos internacionais conquistados pelo Independiente em sua história e chama o clube de “Rey de América”, apelido dado também pelos torcedores.

A conquista do Independiente serve de alívio momentâneo e deve dar um pouco mais de força à marca, que espera um 2018 mais positivo.

A resposta, aliás, já começou a ser dada. Em novembro, a empresa anunciou que substituirá a Adidas como patrocinadora da seleção de Israel e ainda teve uma notícia veiculada pelo jornal britânico Daily Mail de que estaria fazendo uma proposta de 56 milhões de euros para barrar a Nike e vestir o Manchester City a partir da próxima temporada.


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Número do dia

15 milhões

de euros anuais pagará a Qatar Airways pelos naming rights das etapas de Paris, Nova York, Roma e Berlim da Fórmula E.

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