Foto: Reprodução / Twitter (@PSG_inside)

O Paris Saint-Germain mexeu em sua área de patrocínios. A partir de agora, o novo chefe do setor será Marc Armstrong, que tem uma longa carreira corporativa dentro do mundo esportivo, e chega ao clube em um momento de certa forma conturbado.

No momento, o PSG enfrenta uma multa de 75 milhões de euros da Uefa por violar as regras do Financial Fair Play nas contratações de Neymar e Kylian Mbappé. Por isso, terá seu time reduzido a 21 jogadores para a próxima temporada.

Para piorar, dentro de campo, apesar de liderar com folga o Campeonato Francês, o clube sucumbiu mais uma vez na Liga dos Campeões e foi eliminado nas oitavas de final pelo Real Madrid. Além disso, Neymar, a grande estrela do time e principal investimento da história do futebol, se machucou e deve ficar fora do restante da temporada.

Há, no entanto, boas notícias para o recém-contratado, que chega em um momento em que o PSG acabou de fechar um acordo com a agência de marketing esportivo chinesa Desports para a comercialização das propriedades do clube no país asiático.

Armstrong começou sua trajetória na agência Team Marketing AG. Mais tarde, foi para a FA (Football Association), a Federação Inglesa de Futebol, onde ficou por dez anos como chefe do setor de desenvolvimento de negócios.

Após esse longo período, o executivo mudou-se para a NFL, a liga de futebol americano dos EUA, em que permaneceu por dois anos como diretor comercial.

Seu último trabalho foi na NBA, onde chegou ao ápice da carreira, alcançando o cargo de vice-presidente de marketing da liga de basquete norte-americana para Europa, África e Oriente Médio. Entre suas responsabilidades estava liderar o desenvolvimento do negócio por meio de plataformas integradas de marketing e mídia, além de encontrar novos parceiros corporativos.

No Paris Saint-Germain, Armstrong terá nas mãos o sétimo clube de futebol que mais gera receitas no mundo. De acordo com o relatório da Deloitte Football Money League, dos 486,2 milhões de euros que o PSG faturou na temporada 2016/2017, 56% veio de receitas comerciais e patrocínios.


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