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O Paris Saint-Germain acaba de anunciar um acordo com a agência de marketing esportivo chinesa Desports para a comercialização de suas propriedades no país.

O acordo é válido até julho de 2020 e, segundo comunicado do clube francês, é "multimilionário". A parceria permitirá à Desports captar negócios com exclusividade ao PSG no mercado chinês, um dos que mais se abriu para o clube desde a chegada de Neymar.

"Há seis anos, começamos com o projeto do Paris Saint-Germain. E esse acordo é uma prova adicional de que nossos planos estão dando frutos. Temos planos consistentes para a China, um mercado crucial para o clube. Essa parceria vai nos ajudar a ganhar mais fãs, patrocínio e dinheiro", disse Nasser Al-Khelaïf, presidente do PSG.

A Desports é representante da Fifa no mercado chinês. Para a Copa do Mundo da Rússia, cinco marcas do país assinaram com a entidade.

A conexão com a China começou a ser estreitada pelo PSG desde que Neymar foi contratado. Com forte apelo no país, o atacante brasileiro é um dos que impulsionaram o clube no território. Sua contratação, em agosto passado, aliás, só ocorreu após a participação num evento para os chineses, em que ele representou o Barcelona.

Em fevereiro, na celebração do ano novo chinês, atletas do PSG usaram camisa com escritos em mandarim durante partida válida pelo Campeonato Francês. Os jogadores também gravaram mensagens à torcida chinesa do clube.

De acordo com o PSG, há 1,3 milhão de fãs do clube no país, a maior presença dos franceses no mercado chinês. Neste ano, fãs-clubes do PSG foram abertos em quatro cidades: Shenzhen, Harbin, Guangzhou e Xangai.


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