Nico Rosberg (à dir.) festeja o título da F-1 em 2016

Nova gestora da Fórmula 1, a Liberty Media anunciou a renegociação da dívida da categoria hoje avaliada em US$ 3,145 bilhões (R$ 9,8 bilhões).

Para isso, a empresa quer aproveitar os ganhos gerados nos últimos meses para cancelar empréstimos de curto prazo no valor de U$ 300 milhões (R$ 935 milhões).

Para reorganizar a categoria, que perdeu visibilidade e público nos últimos anos, a Liberty Media apostou em uma equipe de executivos experientes no setor de comunicação. A ideia é dar especial atenção aos meios digitais e realizar mudanças técnicas nas corridas para torna-las mais atraentes para os torcedores.

“Queremos promover 21 Super Bowls”, afirmou Chase Carey, novo presidente da F-1, que atuou por anos como diretor de operações da News Corporation.

A intenção da nova gestora é aumentar a visibilidade dos GPs nas redes sociais todas as vezes em que o evento não estiver na TV aberta.

“Há uma grande oportunidade de repensar produtos digitais da F-1 e para envolver os torcedores com novidades e na maneira de ativar os patrocinadores”, afirmou Sean Bratches, contratado da ESPN para dirigir a parte comercial do campeonato.

O grande desafio da Liberty Media é gerar renda após investir US$ 3,005 bilhões (R$ 9,37 bilhões) para adquirir o controle acionário da FOM (Formula One Management).


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