Espanha e Holanda disputaram a final da Copa de 2010, única disputada em solo africano. Em 2026, o Marrocos quer seguir os passos da África do Sul.

A FIFA divulgou nesta sexta-feira (11), data final do prazo estipulado pela própria entidade, os países que demonstraram interesse em sediar a Copa do Mundo de 2026, que entrará para a história como a primeira a ser disputada por 48 seleções. Apenas duas candidaturas foram apresentadas: uma em conjunto na América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México) e outra na África (Marrocos).

De acordo com as regras da FIFA, as candidaturas devem agora ser formalizadas. As nações da América do Norte, que tentam uma ação inédita com três países-sede, e os marroquinos, que tentam sediar um Mundial pela quinta vez, precisam entregar dossiês completos até março de 2018.

Após a entrega, haverá um período de três meses de avaliações por parte da FIFA. Apenas na véspera da abertura da Copa do Mundo da Rússia, em 13 de junho do ano que vem, no Congresso da FIFA, em Moscou, a entidade decidirá se entrega a realização da Copa do Mundo de 2026 a uma das duas candidaturas ou se abre possibilidade para outros concorrentes.

Em seu último encontro, a FIFA alertou que, caso uma das candidaturas existentes não satisfizesse completamente os delegados da entidade, poderia abrir oportunidade para países da Europa (UEFA) e da Ásia (AFC).

A princípio, com a realização dos próximos mundiais na Europa (Rússia 2018) e Ásia (Qatar 2022), a FIFA havia limitado as candidaturas a 2026 apenas às outras quatro confederações: Concacaf (América do Norte, Central e Caribe), Conmebol (América do Sul), CAF (África) e OFC (Oceania).


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