Corinthians venceu Boca Juniors por 2 a 0 na decisão da Libertadores

Corinthians venceu Boca Juniors por 2 a 0 na decisão da Libertadores

A conquista inédita da Copa Santander Libertadores e a consequente presença no Mundial de Clubes da Fifa em dezembro deverá fazer com que o Corinthians tenha um aumento de R$ 50 milhões em seu caixa até o final do ano. Essa pelo menos é a previsão feita por Luis Paulo Rosenberg, vice-presidente do clube paulista.

Em entrevista ao programa Máquina do Esporte na Rádio Bradesco Esportes FM na última segunda-feira, Rosenberg projetou que, só com a venda de pacotes oficiais para os jogos do Mundial o clube pode embolsar R$ 10 milhões. O cálculo dos R$ 50 mi envolve ainda a venda de produtos licenciados, a renegociação de patrocínios e, também, as premiações por conta da disputa da competição da Fifa.

"Se vendermos dez mil pacotes de viagem para o Japão já teremos dez milhões de reais a mais. O que está tendo de venda nas lojas é algo que não víamos fazia tempo. A minha condição de negociação de patrocínio da camisa, alavanca, assim como o meu diálogo com a Nike. É uma mudança gigantesca. Dá para pensar conservadoramente em 50 milhões a mais para o Corinthians", afirmou o dirigente.

Rosenberg revelou, ainda, que conversa com Iveco, Marabraz e Bombril, que patrocinaram o clube na final da Libertadores, para que as marcas continuem. O dirigente, porém, não tem pressa para assinar um eventual novo contrato. A ideia é aproveitar o bom momento para faturar mais.

"O Corinthians obviamente não tinha interesse, desde o jogo contra o Vasco [pelas quartas-de-final da Libertadores]. Valeu a pena a espera, teve jogo em que faturamos dois milhões de reais só no patrocínio. No final do ano pode ter certeza que teremos o maior faturamento com patrocínio no Brasil", disse.

O objetivo do Corinthians, agora, é fazer com que o patrocinador tenha um contrato mais longo, com duração até a Copa do Mundo de 2014.

"Para o próximo patrocínio queremos um contrato até a Copa do Mundo. E naquele período em que estivermos em recesso por conta da Copa, vamos sentar com calma e negociar um novo contrato. Mas daqui até lá eu não quero ter de pensar nesse assunto", afirmou o dirigente.


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