A CBF reuniu em Assembleia dirigentes das 27 federações de futebol do Brasil para apresentar o balanço financeiro de 2016. Com faturamento de R$ 647 milhões, a confederação chegou à maior receita de sua história.

Os números foram celebrados pela entidade especialmente pela crise econômica que vive o país. No total, o superávit da CBF foi de R$ 44 milhões, inferior aos números dos últimos anos. Em 2015, por exemplo, o lucro da entidade ficou em R$ 137 milhões.

O principal motivador do aumento de receita foi o incremento no valor de patrocínio. A CBF faturou R$ 411 milhões com seus parceiros comerciais. Em comparação, em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, a entidade teve receita de R$ 359 milhões com aportes.

Procurada pela Máquina do Esporte, a comunicação da CBF afirmou que o relatório público sobre as finanças da entidade será publicado até o fim do mês. No documento, deverá ter a explicação do aumento de valor nos patrocínios à Confederação Brasileira de Futebol.

No último ano, a maior novidade entre os parceiros da CBF foi a Cimed. No meio de 2015, a entidade também havia fechado com a Ultrafarma. Por outro lado, nesse período, marcas como Samsung e Gillette deixaram de patrocinar a confederação.

A segunda fonte de receita da CBF em 2016 foram os direitos de transmissão, em valor que chegou a R$ 117 milhões na última temporada.


Notícia CBF Finanças

Número do dia

R$ 151 mi

Faturou o Palmeiras nos quatro primeiros meses deste ano; valor é R$ 39,5 milhões maior em relação a 2016.

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