A NBA chegou a um número recorde na temporada 2017/2018: a liga de basquete dos Estados Unidos movimentou pela primeira vez mais de US$ 1 bilhão em patrocínio em uma temporada. Precisamente, US$ 1,12 bilhão, cerca de R$ 4 bilhões, segundo levantamento da IEG/ESP. O fato acontece na primeira temporada com marcas nos uniformes das equipes.

A medida, anunciada em 2016, entrou em vigor nesta temporada e foi decisiva para o alcance do número. Das 30 equipes que disputam a NBA, 21 conseguiram fechar um patrocínio para o espaço de 2,5 polegadas quadradas no topo do uniforme. No total, os aportes somam US$ 137 milhões, uma média de US$ 6,5 milhões por equipe.

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Diversas marcas abraçaram a possibilidade de ter maior exposição no basquete. Disney, GE, Goodyear, entre outras, acertaram com as equipes da NBA. O maior destaque foi da japonesa Rakuten, que fechou com o Golden State Warriors um contrato de cerca de US$ 20 milhões por ano, o mais alto da liga americana.

Com os novos acordos, os patrocínios da NBA tiveram um aumento de 31% em relação à temporada anterior. Em comparação, o aumento de aportes em outras ligas da América do Norte foi, em média, de 4,5%.

As marcas nas camisas, no entanto, não são as únicas responsáveis pelo incremento na NBA; elas representam um pouco mais da metade do valor. A outra parte está em alguns acordos fechados pela Liga, como a substituição da Adidas pela Nike e a renovação com a Verizon. Em ambos os casos, os valores foram substancialmente maiores.

Outro negócio significativo da NBA foi a inclusão pela primeira vez de uma marca que apresenta os jogos decisivos do torneio. Neste caso, o acordo foi fechado com o Google, com a marca do YouTube TV.


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