A Uber está de volta ao Flamengo. Dessa vez, a empresa de transporte irá patrocinar o time de basquete do clube carioca, com a marca no espaço máster do uniforme. A companhia terá exposição no mesmo local em que a Sky esteve durante a temporada passada. O contrato é válido apenas para a fase final do Novo Basquete Brasil.

No fim de 2016, a empresa já havia anunciado um patrocínio ao Flamengo, mas com foco no futebol. Com exposição nos uniformes de treino e com direito a ações nas redes sociais, o acordo abrangia, basicamente, a pré-temporada da equipe carioca. O acordo assinado era válido apenas até fevereiro deste ano.

Na época, a Uber usou o clube para fazer algumas ativações. Em uma delas, levou torcedores para a apresentação do argentino Conca, principal contratação do time para a atual temporada.

O clube usou as redes sociais para anunciar o novo parceiro do basquete. Com bom humor, o Flamengo divulgou um vídeo em que os jogadores da equipe tentam ocupar um mesmo veículo. Com o limite de quatro passageiros, os atletas são obrigados a chamar um novo motorista.

A Uber surge como um alívio ao time de basquete do Flamengo, que é o atual campeão do NBB e vem acumulando bons resultados esportivos nos últimos anos. Desde a saída da Sky, no entanto, a equipe tem tido dificuldade para se sustentar. Hoje, o time conta com o aporte da Estácio, que também tem a marca exposta no uniforme.

A situação é delicada porque, desde que Eduardo Bandeira de Melo assumiu a presidência do Flamengo, a ordem é para que os esportes olímpicos tenham recursos próprios para se manter, sem comprometer o clube financeiramente.

Pelo lado da Uber, a luta jurídica permanece. Ainda em situação arisca frente a taxistas da cidade, a empresa luta para ser totalmente legalizada. No começo deste mês, a Câmara do Rio de Janeiro aprovou um texto-base de projeto para regulamentar a presença da companhia na capital fluminense. Com medidas mais amenas aos motoristas, o texto atual foi uma vitória para a marca americana em um dos principais mercados do Brasil.

Quando a Uber havia chegado ao Flamengo pela primeira vez, em 2016, ela operava no Rio de Janeiro por meio de uma decisão judicial. Havia, no entanto, dúvidas sobre qual caminho seria adotado pelo então futuro prefeito, Marcelo Crivella (PRB).

 


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Foi a arrecadação do Flamengo em 2016; cerca de 60% desse valor foi com verba de televisão (R$ 297 milhões)

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