O Comitê Olímpico do Brasil anunciou na terça-feira (24) novas regras para a distribuição da verba da Lei Agnelo/Piva. A apresentação foi feita para os presidentes de todas as confederações filiadas à entidade e, posteriormente, para a imprensa por meio de uma transmissão online.

Em comunicado, o Comitê afirmou que a mudança visa valorizar competições mais recentes, incentivar o desenvolvimento de jovens atletas e exaltar a prestação de contas e a transparência das confederações favorecidas.

Foram selecionados 11 critérios, com diferentes pesos, para fazer a distribuição da verba. O item mais importante será a existência de um medalhista no último campeonato mundial adulto. Logo em seguida está a medalha nos Jogos Olímpicos, com peso idêntico ao item que considera prestação de contas da confederação.

Mesmo com os novos critérios, não foram alteradas as confederações que mais receberão dinheiro do COB. A Confederação Brasileira de Vôlei se manterá em primeiro, com praticamente a mesma verba que tem direito a Confederação Brasileira de Judô.

As duas confederações receberão mais do que tinham direito em 2017, mas, de forma geral, a maioria deverá receber mais. Isso porque o COB conseguiu aumentar o valor repassado aos parceiros, precisamente em 10%. Ao considerar apenas a verba destinada diretamente no programa olímpico, o valor passou de R$ 85 milhões para R$ 95 milhões. Vôlei e judô ficarão com um pouco mais de R$ 6 milhões.

A medida foi tomada dias depois de uma das maiores crises de imagens já vividas pelo Comitê Olímpico do Brasil. O agora ex-presidente Carlos Arthur Nuzman foi preso e, posteriormente, pediu renúncia do cargo que ocupou por mais de duas décadas.

Por isso mesmo, o novo presidente, Paulo Wanderley, ressaltou a preocupação com a criação de processos mais transparentes no comitê olímpico do Brasil.

“Com essa apresentação reforçamos conceitos que já estamos exercitando em nossa nova caminhada no Comitê Olímpico do Brasil: Austeridade, Transparência e Meritocracia. Transparência em transmitir a apresentação para todos os interessados, mesmo os que não puderam estar presentes. A meritocracia é o que fundamenta a distribuição dos recursos. E a austeridade, com a otimização dos recursos e o controle dos gastos”, comentou.


Notícia COB Gestão

Número do dia

900 milhões

de euros deve faturar o Barcelona neste ano, um incremento de 40% em relação à temporada passada; meta é de chegar a 1 bilhão em 2021.

Autoline

Patrocinado por



Boletim
Capa Boletim Boletim Máquina do Esporte

Receba o Boletim Máquina do Esporte por email

Cadastre-se Agora

Mais lidas

1Patrocínio da Petrobras é destaque em lançamento de novo carro da McLaren
2Centauro patrocina amistoso do Barcelona em Pernambuco
3Band abre mão de Copa, que só terá Globo na TV aberta
4Osasuna fecha com Hummel e é mais um a substituir Adidas
5Sem Rio Open, Asics recorre a emboscada no evento
6Santos faz ação inteligente e usa Dodô errado para anunciar Dodô certo
7Copa do Nordeste é primeiro torneio do continente a ter produtos licenciados
8Alfa Romeo Sauber acerta patrocínio da Claro na F1
9Empresa de bebidas energéticas pode comprar Force India, da F1
10LaLiga inova e anuncia patrocínio à equipe Renault na F1