Quem acompanha a Máquina do Esporte sabe que há algum tempo o veículo dá um bastante espaço ao streaming. Há um entendimento claro: essa não é uma aposta editorial, essa é uma ferramenta que já é uma realidade e que cada vez mais mexe com o segmento que mais gera dinheiro para o esporte, os direitos de transmissão. Mas isso não significa que a área seja uma gigante na indústria.

O NBB é uma prova disso. Ainda que a entidade exalte os números conquistados, a celebração está mais para o ineditismo da ação do que para o sucesso de audiência. O pico, de 5 mil pessoas, é irrisório frente ao poder da televisão. Qualquer ponto em São Paulo da Band, que transmite o torneio, atinge 70 mil residências, o que equivale a 200 mil pessoas.

O Brasil não é exceção. Mesmo com o gigantismo da NFL, essa foi uma discussão presente recentemente no mercado americano. A estreia do futebol americano na Amazon chegou a 372 mil pessoas em todo o mundo, um número bastante surpreendente. Ainda assim, com a mesma partida a emissora CBS teve audiência de 10 milhões de pessoas, somente nos Estados Unidos.

Há algumas explicações para essa timidez do streaming, típica da fase de amadurecimento que o segmento vive. A primeira, mais clara, é a falta de promoção. A televisão tem o poder de anunciar um evento a uma ampla audiência, algo que o meio online ainda não faz com agudez.

Outra questão relevante é a falta de familiaridade que uma parte considerável do público tem com o streaming. No Twitter, mais de 50% da audiência dos eventos tem menos de 25 anos de idade, o que indica a existência de um público ainda pouco habituado com as novas tecnologias. 


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