Dificilmente o Paris Saint-Germain poderá colocar no papel o quanto faturou com Neymar, jogador que custou 222 milhões de euros somente no valor da transferência. Teoricamente, essa conta poderia ser feita com a quantia extra que o time conseguiu receber após a chegada do atleta, mas na França isso não será simples.

O problema é que, com magnatas no comando, a conta de patrocínio do Paris já é absolutamente artificial, com ganhos que colocam o clube entre os mais ricos do mundo, mesmo antes da chegada de Neymar. E a valorização de parcerias é um dos principais meios de recuperar o investimento em um grande jogador.

Bilheteria e venda de licenciados, claro, são os outros meios simples de mensurar o êxito de um jogador. Por isso mesmo, o número de camisas vendidas do Paris Saint-Germain pode servir de parâmetro para o êxito em popularidade que alcançou o jogador brasileiro na equipe francesa.

Financeiramente, essa conta não será significante. A cada camisa vendida, o time recebe apenas royalties, uma porcentagem pequena do valor cheio, cerca de 80 euros. Ainda assim, essa certamente será uma questão que valorizará muito a relação com a Nike, o que pode representar alguns milhões de euros a mais a cada ano. Mesmo com um contrato que vai até 2022.

Está claro, por outro lado, que a preocupação maior dos investidores do Paris Saint-Germain, neste caso, vai além do cálculo simples no fim do mês. O plano é subir de patamar o time e o grupo financeiro por trás dele. E, nesse caso, o retorno de mídia e o retorno esportivo se sobressaem a vendas de camisa e qualquer outra questão comercial.  


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de dólares deve investir o governo argentino para capacitar o autódromo de Buenos Aires para poder receber uma prova da Fórmula 1.

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