Projeto que, em seu princípio, beirava a insanidade, o Rio Open prova a máxima de que é preciso ser constante para ter sucesso em evento esportivo.

Ontem, pelo quarto ano, a IMM fez a festa de apresentação do torneio com quase três meses de antecedência. E, mais uma vez, mostrou uma lista recheada de patrocinadores do maior torneio de tênis da América do Sul.

Mas, mais importante do que ter patrocinadores, o Rio Open tem quase a mesma lista de parceiros comerciais desde a estreia do evento, em 2013.

Ainda sob o efeito do “fator X” que enfeitiçava boa parte do mercado e dava uma falsa impressão de que investir no esporte seria um caminho sem volta, o Rio Open parecia ser o começo de uma nova era para o Brasil.

Obviamente a realização das Olimpíadas no Rio, dali a três anos, ajudava para que as marcas se interessassem em patrocinar o torneio. Mas o que se viu, depois de iniciado o Rio Open, foi um fenômeno muito raro no país.

O torneio “pegou”. A IMX deixou de lado a megalomaniaX e passou a se preocupar em entregar o melhor produto para patrocinadores e público.

Agora, em seu quarto ano, o Rio Open provou que não depende de Jogos Olímpicos para existir. O torneio tem quase os mesmos patrocinadores e, mais do que isso, tem se transformado numa plataforma de relacionamento importante para as marcas.

Ter consistência para bancar um evento esportivo é fundamental para ter sucesso. E o Rio Open prova isso.


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Foi a arrecadação do Flamengo em 2016; cerca de 60% desse valor foi com verba de televisão (R$ 297 milhões)

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