O começo da batalha dos aplicativos no futebol mostra que há um nicho que precisa começar a ser explorado pelos clubes para os próximos anos.
 
Com a popularização de apps que prestam o mesmo tipo de serviço para o consumidor, o futebol parece ter se tornado uma boa forma de atrair mais clientes explorando o vínculo emocional que existe deles com o futebol.
 
O problema, para o esporte, é que o movimento tem sido reativo a essa nova realidade. Ainda com o conceito de exposição de marca na camisa, os clubes têm só buscado parceiros que podem dispor de muita verba para investir num patrocínio, em vez de partir para uma procura mais dispersa, de vários parceiros menores, mas que podem receber uma solução particular de negócios que gerem bom dinheiro.
 
O motivo para essa dificuldade é que o esporte ainda não sabe quem é o seu cliente. Por mais que tenhamos evoluído bastante - o Movimento por um Futebol Melhor é um exemplo -, não estamos acostumados a querer saber quem é o fã de esporte no país.
 
Alguns clubes têm tentado fazer uma tímida busca para entender quem é o seu torcedor e quais as suas preferências de consumo para além do time.
 
Não se sabe qual tipo de música ele gosta de ouvir. Ou qual show sonha em ir. Imagine só o quão valiosa seria essa informação para um Spotify ou Deezer, ou para o estádio decidir abrigar um determinado show no país.
 
Na última década, já houve uma evolução significativa na maneira como o clube de futebol enxerga o marketing. É preciso, daqui para a frente, entender que conhecer o cliente torna-se uma ferramenta muito útil para produzir uma venda. E o interesse dos apps é só mais um motivo para isso.

Notícia spotify deezer aplicativo app

Número do dia

10 milhões

de reais espera faturar o São Paulo com o aluguel do estádio do Morumbi para shows musicais no segundo semestre deste ano.

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